É impossível planejar uma campanha política, tratando-se de comunicação, sem organizar ações de mídias "on-line".
Vivemos em uma estrutura política e social extremamente globalizada onde estar presente na “internet” é questão de ordem. As redes sócias fazem o papel de canais de interação, debates e discussões sobre os mais variados temas diretamente ligados a qualidade de vida de toda uma sociedade onde o principal objetivo é, a partir das analises, apontar prováveis soluções para as inúmeras demandas de cada nicho social.
Hoje, discutir um plano de governo ou sugerir ações depende diretamente de um posicionamento coerente, organizado, pautado e muito bem distribuído junto aos inúmeros grupos de avaliações presentes na “internet”, imaginar prospecção de eleitores qualificados sem produzir conteúdo apropriado para a rede é o mesmo planejar uma campanha sem identidade visual, não produz nenhum resultado.
Dicas:
· Criar um site ainda é o viés mais apropriado para que pretende realmente lançar propostas com conteúdo mais abrangente. O detalhe imprescindível é: O quesito atualização precisa ser permanente e com conteúdo jornalístico muito bem elaborado;
· As redes sócias mais focadas, politicamente falando, são: Twwiter, Facebook e mais recente Politicabook, a primeira rede social genuinamente brasileira;
· O posicionamento junto aos grupos de discussão disponível deve direcionar o internauta ao conteúdo especifico, ou seja, criar links junto às redes sócias direcionando o leitor para o site.
As ações midiáticas devem focar inteiramente o apontamento de soluções, proporcionando qualificação de propostas, agregando valor eleitoral e formando opinião junto à sociedade a que pertence o candidato.