O conceito que formata a ação de legislar sugere ao Vereador duas atribuições básicas: Fiscalizar e propor, esta segunda pouca utilizada pelos parlamentares municipais que infelizmente abdicam dessa importante ferramenta democrática que, muitas vezes, são decisivas na cooperação direta ao Poder Executivo.
O Vereador é o político mais próximo do povo e dos seus anseios por isso conhece bem a realidade das comunidades organizadas o que facilita seu trabalho parlamentar e sua assessoria.
Os Projetos de indicação sugerem soluções reais baseadas na situação de cada grupo de pessoas, suas justificativas geralmente são amparadas por relatos cotidianos daqueles que convivem diariamente com situações algumas vezes fáceis de resolver faltando apenas visão política.
O Vereador configura-se como o olho e o sentimento das comunidades, cabe ao mesmo desenvolver seu senso crítico, observador e sensibilidade social no intuito de indicar ao Executivo as reais necessidades que devem compor os orçamentos públicos.
Ao Executivo sugere-se bom senso e jogo de cintura para analisar a clareza e a precisão que caracterizam muitos projetos de indicação.