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quinta, 23 DE maio de 2013

Marketing

Fábio TajraPostado em: 19/12/2011 - Por Fábio Tajra
Gestor em marketing


E-commerce planejado, resultados satisfatórios

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O termo “E-commerce” há muito vem criando raízes fortes no cenário consumista mundial. Muitas empresas despertam para a realidade chamada comercio eletrônico otimizando e disponibilizando seus serviços e/ou produtos na rede mundial, possibilitando abertura de mercado e concretização de vendas que só são possíveis através do mundo digital.


O problema 


A necessidade de planejamento é um principio que deve ser respeitado e praticado em todas as esferas administrativas de uma empresa, com relação ao comercio eletrônico, é fundamental o desenvolvimento de uma plataforma técnica, objetiva e pautada na realidade organizacional da mesma. O pecado cometido pela grande maioria é a falta de gerencia de estoque, logística e pós-venda, que muitas organizações deixam para segundo plano enaltecendo somente a venda propriamente dita.


Para Maurício Vargas, fundador do Reclame Aqui, os grandes gargalos do e-commerce brasileiro são a má gestão da pós-venda. O e-commerce brasileiro só pensa na venda, não destinou verba para o pós-venda. Isso é típico do empresariado brasileiro, que está transferindo essa cultura para o ambiente virtual.

Quando associamos a estrutura vendas/pós-vendas e atendimento efetivo, e organizamos a simetria entres esses setores, atingimos patamares de prospecção de clientes fiéis que se tornam vendedores indiretos dos produtos e/ou serviços oferecidos pela organização.


A previsão é que neste ano o setor tenha crescimento de 29% e 30% sobre 2010. Vargas acredita que a elevação menor é porque o consumidor “está ressabiado”. Ele avalia que o crescimento era de 40% e, mesmo com ascensão da base de consumidores, ele não vai alcançar o mesmo patamar do ano passado.

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